SGF SEBRAE
Renda própria

Projeto incentiva e explica para mulheres como empreender

Ao menos 80% das vítimas de violência seguem sendo vítimas por não ter independência financeira

21/06/2022 11h32Atualizado há 5 dias
Por: Carlla Morena
Fonte: Márcia Fernandes
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Vivian Feijó trabalha com outras 15 mulheres na Uniarte, uma cooperativa de artesanato. Além de expor as peças durante a passagem da caravana, ela aproveitou para conhecer mais sobre os créditos bancários. Ela é capacitada para mostrar o trabalho, divulgar o que ela pode fazer e o interessante também é sobre a carta de crédito e também nos cursos que o Sebrae pode oferecer.

O foco do projeto são as mulheres que não tem fonte de renda própria, mas há orientações também para quem já abriu uma empresa e quer crescer mais o diretor de produtos e atendimento do brasileiro de apoio às micro e pequenas empresas Júlio César de Freitas destacou o apoio do Sebrae no projeto. 

Para poder ampliar seu conhecimento e aquelas que não são empreendedoras também pra que elas também venham empreender.

Além das ofertas de crédito disponíveis pelo Banco do Brasil ou pela Caixa Econômica Federal quem esteve no evento também pode receber atendimento médico, participar de atividades culturais e conferir as vagas de emprego disponíveis.

A secretária de produtividade e competitividade do Ministério da Economia, Daniela Marques destacou que o programa para elas, ajuda na autonomia das mulheres. Inclusive as vítimas de violência doméstica. Pelo menos, 80% das mulheres que são vítimas de violência continuam sendo vítimas porque não têm independência financeira. Então, a hora que você tem independência financeira e liberdade você tem tudo.

Já o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, lembrou que as mulheres empreendem e ainda assim continuar a receber o auxílio Brasil. Como beneficiária do Auxílio Brasil, ela pode constituir uma microempresa individual e mesmo assim continuar recebendo o benefício.

Além dos ministérios da cidadania, da economia e da mulher, da família e dos direitos humanos. A ação conta com a apoio das empresas do grupo S como Sebrae, Senai e Sesc dos bancos públicos e dos governos estaduais e municipais.

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